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Centro Cultural Ruth Cardoso

AO VIVO NO CCJ: ANA TIJOUX

A MC chilena Ana Tijoux faz show no dia 29/01, com participação de Curumin e Kamau

ARTE DA CAPA :: JANEIRO

Quem assina a capa de janeiro é o grupo EXORCITY. Confira a programação completa aqui!

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O CCJ já está funcionando normalmente, com exceção da biblioteca. Confira detalhes aqui!

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  • Mês do Rock

    MÊS DO ROCK
    Durante todo o mês de julho a Secretaria Municipal de Cultura realiza grande evento em alusão ao Dia Mundial do Rock, celebrado no dia 13. Inúmeras atividades como shows, entrevistas especiais, debates e mostras cinematográficas integram um painel variado do que é o estilo mais tocado do planeta. E o que é [...]

    MÊS DO ROCK

    Durante todo o mês de julho a Secretaria Municipal de Cultura realiza grande evento em alusão ao Dia Mundial do Rock, celebrado no dia 13. Inúmeras atividades como shows, entrevistas especiais, debates e mostras cinematográficas integram um painel variado do que é o estilo mais tocado do planeta. E o que é melhor: com entrada franca ou a preços populares. As atividades ocorrerão no CCSP, Galeria Olido, nas Bibliotecas Temáticas Cassiano Ricardo, Viriato Corrêa e Roberto Santos e no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso.

    Acesse a programação completa no site do evento: www.centrocultural.sp.gov.br/mesdorock

  • Mother Fucker :: Julho09

    Mother Fucker – O Começo de uma Banda de Rock’n’ Roll | Anfiteatro
    Cia Desencontrários. Texto e Direção: Joeli Pimentel. Com: Joeli Pimentel, Danielli Avila, Claudia Ortolan e Marco Plá. Jovens desajustados resolvem montar uma banda, acreditando que podem fazer sucesso. Comédia. 70 minutos. 14 anos. Dias 11, 12, 18 e 19. Sábados, 20h; Domingos, 18h.



    Mother Fucker – O Começo de uma Banda de Rock’n’ Roll | Anfiteatro
    Cia Desencontrários. Texto e Direção: Joeli Pimentel. Com: Joeli Pimentel, Danielli Avila, Claudia Ortolan e Marco Plá. Jovens desajustados resolvem montar uma banda, acreditando que podem fazer sucesso. Comédia. 70 minutos. 14 anos. Dias 11, 12, 18 e 19. Sábados, 20h; Domingos, 18h.

  • Oficina de Origami e Oribama :: Julho de 2009

    Oficina de Origami | Dias 04 e 11 de julho de 2009, sábados, 10h | Área de Convivência
    Nesta oficina os participantes aprenderão a confeccionar dobraduras como o Tsuru (pássaro da paz e harmonizador de lares) e o Kussu Dama (bola da cura). Por fim, será realizada uma introdução à construção de móbiles. As inscrições serão [...]



    Oficina de Origami | Dias 04 e 11 de julho de 2009, sábados, 10h | Área de Convivência
    Nesta oficina os participantes aprenderão a confeccionar dobraduras como o Tsuru (pássaro da paz e harmonizador de lares) e o Kussu Dama (bola da cura). Por fim, será realizada uma introdução à construção de móbiles. As inscrições serão realizadas no dia da oficina.
    Oficineira: Katia Suzue.
    15 anos. 20 vagas.

    Oficina de Oribama | Dias 04 e 11 de julho de 2009, sábados, 14h | Área de Convivência
    Nesta oficina serão confeccionadas flores de origami, vasos e borboletas. Além da técnica da dobradura, serão abordados temas da Minimal Art: desenvolvimento harmônico de arranjos florais, noções básicas de composição e combinação de cores. As inscrições serão realizadas no dia da oficina.
    Oficineira: Katia Suzue.
    15 anos. 20 vagas.

  • Ao Vivo no CCJ :: Especial Reggae – 28 de junho 09

    Ao Vivo no CCJ: Especial Reggae | Dia 28/06, domingo, a partir das 14h
    O “Ao Vivo no CCJ” deste mês traz uma programação especial dedicada ao reggae, com Sound System, apresentação de Victor Rice e a exibição do documentário “Made In Jamaica” anunciando a primeira edição brasileira do Festival In-Edit (que terá programação especial no [...]

    Ao Vivo no CCJ: Especial Reggae | Dia 28/06, domingo, a partir das 14h
    O “Ao Vivo no CCJ” deste mês traz uma programação especial dedicada ao reggae, com Sound System, apresentação de Victor Rice e a exibição do documentário “Made In Jamaica” anunciando a primeira edição brasileira do Festival In-Edit (que terá programação especial no CCJ de 28/06 a 05/07).

    Exibição do Filme: Made In Jamaica | 14h no Anfiteatro
    (França/Estados Unidos, 2006, 120’). Dir.: Jérôme Laperrousaz. O filme narra as origens do reggae, dos sound systems de Kingston ao sucesso mundial. Com estrutura de ficção, o documentário traz músicas e depoimentos de Toots Hibberts, Tanya Stephens, Elephant Man, Bunny Wailer, Lady Saw, Capleton, Bounty Killer, Beres Hammond, Third World e Gregory Isaacs.

    Quilombo Hi-Fi Sound System recebe DJ Stranjah (Moa Anbessa) | 15h30 no Mirante
    O Sound tem, como principais influências, os sons digitais: steppas britânicos, o dancehall oitentista e outras vertentes da música negra e jamaicana. Seletores: I-rumi e I-dren; Singjay: Laylah; Engenheiro: Bugsy; Dub Especialista e Produtor Musical: Jah Nomoh.

    Victor Rice apresenta “The Beatles – Sgt. Pepper´s Easy Star´S Lonely Hearts Dub Band” | 18h30 no Anfiteatro
    Após o sucesso de “Dub Side of The Moon” e “Radiodread” – homenagens oficiais aos álbuns “Dark Side of The Moon” (Pink Floyd) e “Ok Computer” (Radiohead) – Victor Rice e Easy Star Records anunciam, em primeira mão, o fechamento da trilogia! O disco conta com participações de peso da música jamaicana como: Steel Pulse, Michael Rose (Black Uhuru), U Roy, Bunny Rugs (Third World), Sugar Minott, Max Romeo e The Mighty Diamonds.

    Livre. 280 lugares. 80 minutos.

  • Sexta Sonora :: Porto – junho 09

    Assista faixa musical do grupo que se apresentou no dia 19/06/2009, 20h no anfiteatro do CCJ.
    Richard Ribeiro, baterista do projeto SP Underground, apresentou trabalho instrumental que mescla elementos do jazz, rock e improvisação, e inclui, além da bateria, instrumentos percussivos inusitados. Participação do guitarrista Renato Ribeiro.

    Vídeo por Geraldo Arcanjo



    Assista faixa musical do grupo que se apresentou no dia 19/06/2009, 20h no anfiteatro do CCJ.

    Richard Ribeiro, baterista do projeto SP Underground, apresentou trabalho instrumental que mescla elementos do jazz, rock e improvisação, e inclui, além da bateria, instrumentos percussivos inusitados. Participação do guitarrista Renato Ribeiro.

    Vídeo por Geraldo Arcanjo

  • Café Cultural :: Julho de 2009

    Café Cultural: A Índia Muito Além do Incenso e da Vaca Sagrada – Sua História, Ciência e Religião.
    O Café Cultural do mês de junho trouxe a convidada Gisele Pereira de Oliveira, pesquisadora dos rituais e literatura indiana e responsável pelo projeto “As Faces da Devi: o rito e a mulher na Índia antiga em sacrifício, [...]

     
     Café Cultural :: Gisele Pereira de Oliveira:
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    Café Cultural: A Índia Muito Além do Incenso e da Vaca Sagrada – Sua História, Ciência e Religião.
    O Café Cultural do mês de junho trouxe a convidada Gisele Pereira de Oliveira, pesquisadora dos rituais e literatura indiana e responsável pelo projeto “As Faces da Devi: o rito e a mulher na Índia antiga em sacrifício, hospitalidade e papel social”.

     
     Café Cultural :: Gisele Pereira de Oliveira: Play Now | Play in Popup | Download
  • JAM de Dança de Rua – Junho 09

    JAM de Dança de Rua | Dia 27/06, sábado, 14h | Teatro Arena
    A Jam estimula a troca de informações e promove apresentações dos grupos de dança de rua que ensaiam no CCJ. O evento é realizado em parceria com os grupos Stylo Loko e The Funk’s Men.
    Organizadores: Alex Silva e Igor Orsolon.

    JAM de Dança de Rua | Dia 27/06, sábado, 14h | Teatro Arena
    A Jam estimula a troca de informações e promove apresentações dos grupos de dança de rua que ensaiam no CCJ. O evento é realizado em parceria com os grupos Stylo Loko e The Funk’s Men.

    Organizadores: Alex Silva e Igor Orsolon.

  • Fim de semana Mário de Andrade : esboço para uma reflexão

    Veja os vídeos produzidos durante o projeto que teve o acervo “Missão Mário de Andrade” como foco do projeto Interfluxo, parceria entre as web-rádios do CCJ e o CCSP.

    No furacão de eventos que tem sido o Centro Cultural São Paulo, faço uma pausa para refletir sobre este evento. Pequeno e humilde em seu tamanho e [...]

    Veja os vídeos produzidos durante o projeto que teve o acervo “Missão Mário de Andrade” como foco do projeto Interfluxo, parceria entre as web-rádios do CCJ e o CCSP.

    No furacão de eventos que tem sido o Centro Cultural São Paulo, faço uma pausa para refletir sobre este evento. Pequeno e humilde em seu tamanho e alcance, mas grande como resultado para uma crítica e reflexão. Trabalho nesta casa há 6 anos e lembro-me das circunstâncias pelas quais fui chamado para desenvolver e coordenar a Web Rádio: dar visibilidade a Discoteca Oneyda Alverenga.
    Durante 6 anos, soube da importância deste acervo sem igual na cidade e no país. Mas somente este ano pude, ao ler as cartas entre Mário de Andrade e Oneyda Alvarenga, entender o sentimento e a razão de se montar um centro de documentação e pesquisa de música como este.
    É um profundo amor pelo ser brasileiro e principalmente pela música brasileira que faz esta discoteca ser o que é. E amor assim pede do enamorado uma busca inesgotável de compreensão da coisa amada.
    As conversas com a Curadoria de Música, com a equipe da Discoteca que guarda a sua história e os entusiastas da cultura ajudaram-me a perceber a grandeza deste projeto cultural pelo qual Mário de Andrade lutou para construir. É algo realmente “monstruoso” – como diriam os jovens hoje – e bastante “inovador” – como diriam os entusiastas das novas políticas culturais.
    Lembro-me de sugerir um programa de rádio no qual D.J’s sampleassem fonogramas da Discoteca, como uma forma desta nova geração – no qual me incluo aliás – pudesse reler com os olhos do hoje a história da música brasileira. De certa forma, foi o que aconteceu nestes shows.
    Iara Renó baseou-se na obra Macunaíma para criar canções. Talvez ela não conhecesse um outro lado de Mário de Andrade que não a de escritor. Tal foi minha surpresa ao ouvir entre uma canção e outra uma vinheta criada a partir do acervo da Missão de Pesquisas Folclóricas.

    Era como se toda mitologia trabalhada no livro tivesse um componente sonoro inédito.
    Iara Renó faz uma música hipnótica. Ela mesma parece entrar em transe com as batidas e harmônias, como uma celebração profana. Fiquei pensando nas funções da música e lembrei-me de algumas divisões didáticas feitas pela própria Missão: os cantos de trabalho, as cantigas, os cantos religiosos, etc… Abriu-se um horizonte de possibilidades que eu imaginava, mas não percebia. Pensei o que teria sido a rádio se tivesse essa epifania mais cedo.
    No segundo dia pela manhã, foi a vez da apresentação de um cancioneiro com piano e voz. O que poderia ser um contraponto erudito, mostrou-se o mais belo diálogo musical. A certo momento, pensei que estava sendo feito a realização mais imediata do projeto marioandradiano: uma música erudita com a linguagem brasileira em letra e composição. Mas observando o final de semana inteiro do
    projeto, veio-me toda história da música brasileira urbana: desde o choro, samba, passando pela MPB dos festivais, rock dos anos 80 e chegando neste momento intenso das novas mídias. Fico curioso com a análise que Mário de Andrade faria deste cenário musical feito hoje.
    Para finalizar o projeto, o grupo de RAP “Elo da Corrente” produziu um material realmente inédito a partir da missão. É muito bonito ver uma molecada conhecendo outros projetos do Mário de Andrade que não a de escritor. E melhor, uma molecada que reconhece a importância de todo um pensamento cultural e tenta compreender através de sua música.

    Foi um show maravilhoso. Um jogo de quem incorpora e quem é incorporado. Algumas vezes, o grupo usa os fonogramas da missão para falar de trabalho, outras reune-se em uma roda para celebrar o seu
    trabalho concluído. O chiado que poderia ser ruído conversa com uma guitarra limpa próxima das acústicas violas. E numa das músicas, questionam o Brasil e sua memória e ao fazer suas rimas em português fora da norma padrão aproximam-se destas pessoas registradas e seu português cotidiano. Foi o momento alto e confirmou a vivacidade e a riqueza deste acervo.
    No final do dia, chego a conclusão que não chegamos a 1% da riqueza do trabalho de Mário de Andrade. Talvez ele não gostasse desta música moderna se estivesse vivo. Mas hoje vi aqui um diálogo rico entre o que foi feito e o que está sendo feito. Um respeito a História demonstrado pelo fazer história. Uma busca pela compreensão que só dignifica ainda mais o acervo. Acredito que a partir de agora, a Web Rádio agregará mais uma diretriz para seu tripé: novos artistas, acervo da Discoteca, programação da casa e agora uma busca pela compreensão do que é a música brasileira.
    Escrevo ainda sob o efeito deste evento sem precedentes. Agradeço a todos que colaboraram de alguma forma para que fosse um sucesso. Adianto que este foi o início de um projeto maior que caminha ao lado de questionamentos, críticas, sugestões e uma grande satisfação.

    “Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cinquenta,
    Mas um dia afinal me encontrarei comigo…”
    (Mário de Andrade)

    Marcio Yonamine – Web Rádio e Tv do CCSP

  • O Samba Pede Passagem :: Osvaldinho da Cuíca – junho 09

    O Samba Pede Passagem: Osvaldinho da Cuíca | Dia 26/06, 20h30
    Nesta edição, Moisés da Rocha apresenta um verdadeiro ícone do samba paulista: Osvaldinho da Cuíca. Ritmista, passista, cantor e compositor, Osvaldinho fez parte do grupo Demônios da Garoa e já se apresentou com grandes sambistas como Adoniran Barbosa, Cartola e Nelson Gonçalves.

    O Samba Pede Passagem: Osvaldinho da Cuíca | Dia 26/06, 20h30
    Nesta edição, Moisés da Rocha apresenta um verdadeiro ícone do samba paulista: Osvaldinho da Cuíca. Ritmista, passista, cantor e compositor, Osvaldinho fez parte do grupo Demônios da Garoa e já se apresentou com grandes sambistas como Adoniran Barbosa, Cartola e Nelson Gonçalves.

  • Conferência Livre de Juventude e Segurança Pública

    A realização da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública no país é um momento inédito e uma oportunidade de consolidar a segurança pública como um direito social e também de democratizar e ampliar o debate acerca do tema. Nesse contexto, impõe-se o desafio de mobilizar setores tradicionalmente pouco envolvidos com a discussão da segurança como [...]



    A realização da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública no país é um momento inédito e uma oportunidade de consolidar a segurança pública como um direito social e também de democratizar e ampliar o debate acerca do tema. Nesse contexto, impõe-se o desafio de mobilizar setores tradicionalmente pouco envolvidos com a discussão da segurança como uma política pública que demanda planejamento, racionalidade e participação social.

    Movimentos sociais, tais como o movimento negro, de juventude, LGBTTT, mulheres, entre outros, pouco discutem a segurança pública na perspectiva de um direito social garantido por meio da implementação de políticas públicas. Até mesmo em função da histórica pouca transparência e abertura dos atores diretamente envolvidos no provimento da segurança, esse distanciamento acaba provocando um não debate e, portanto, um afastamento que não contribui para a consolidação desse direito.

    Neste cenário, os/as jovens dificilmente têm a oportunidade de debater e propor alternativas e novas idéias para uma política de segurança pública. Sendo este um público que tem seu direito à segurança violado cotidianamente, a criação de um espaço para apresentar seu ponto de vista e para construir propostas para o tema é fundamental.

    A realização da 1ª Conseg é uma importante oportunidade para superação de algumas barreiras e para que as demandas e propostas desses diferentes setores sejam ouvidas e incorporadas na política nacional de segurança pública em construção no país.


    Programa Resumido da Conferência

    Ficha de Incrição

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